quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pacato cidadão, te chamei à atenção...

Não foi à toa, não...

Morreu ontem (enquanto eu digitava umas besteiras pude ouvir os três tiros) bem ao lado da minha casa, o empresário, professor e, segundo os advogados da família, devedor na justiça do trabalho Cristovão José Nepomuceno Marinho. Isso não é mais notícia. A Rua Visconde de Sepetiba foi invadida pela imprensa, e o barzinho "Paladar" nunca vendeu tanto churasquinho. De repente, logo depois dos tiros e de uma das crianças que brincavam pela travessa onde moro vir gritando que "mataram um homem ali no estacionamento", TODOS os moradores da avenida resolveram comprar pão (saibam que a padaria fica exatamente em frente ao dito estacionamento, não o mais popular da rua.). Risos à parte, que o assunto é morte, um dos vizinhos, hoje, diz ter encontrado com Nepomuceno no elevador, e que ele perguntou: "É crime matar o Rei?". O vizinho, sem entender nada, respondeu que é claro que sim. E riu. Fact or Fiction, tava meio que na cara que não ia colar essa história de assalto. A rua é calma e, hoje, amanheceu intocada.
Os restos do empresário foram lavados pelo vigia, assim que a polícia liberou. "Não tem mais nada pra ver aqui!"
Depois do susto, acho que a padaria não vendeu nada hoje de manhã, porque todo mundo tinha pão de sobra de ontem!!!

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