Não foi à toa, não...
Morreu ontem (enquanto eu digitava umas besteiras pude ouvir os três tiros) bem ao lado da minha casa, o empresário, professor e, segundo os advogados da família, devedor na justiça do trabalho Cristovão José Nepomuceno Marinho. Isso não é mais notícia. A Rua Visconde de Sepetiba foi invadida pela imprensa, e o barzinho "Paladar" nunca vendeu tanto churasquinho. De repente, logo depois dos tiros e de uma das crianças que brincavam pela travessa onde moro vir gritando que "mataram um homem ali no estacionamento", TODOS os moradores da avenida resolveram comprar pão (saibam que a padaria fica exatamente em frente ao dito estacionamento, não o mais popular da rua.). Risos à parte, que o assunto é morte, um dos vizinhos, hoje, diz ter encontrado com Nepomuceno no elevador, e que ele perguntou: "É crime matar o Rei?". O vizinho, sem entender nada, respondeu que é claro que sim. E riu. Fact or Fiction, tava meio que na cara que não ia colar essa história de assalto. A rua é calma e, hoje, amanheceu intocada.
Os restos do empresário foram lavados pelo vigia, assim que a polícia liberou. "Não tem mais nada pra ver aqui!"
Depois do susto, acho que a padaria não vendeu nada hoje de manhã, porque todo mundo tinha pão de sobra de ontem!!!
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Antes tarde do que nunca... Pedro Cardoso
Eu devo ter entendido tudo errado mesmo. Pra mim , ele estava defendendo um direito dos atores de não fazer cena de nu. Estava criticando o excesso que polui tudo: cinema, comerciais, revistas... e que a gente critica o tempo todo nas aulas de Comunicação... sem exceção. Não me lembro de um professor sequer defendendo os excessos de nudez.
Ficou como retrógrado, chato, demagogo...
Mas quem critica hoje, ontem tinha a mesma opinião.
Vou reler as duas matérias que tenho aqui (a entrevista no Globo de Domingo e depois, onde ele dá sua opinião sobre a escola parque.) Posso estar enganada - e isso tem acontecido bastante - mas acho que ele falou que foi um absurdo demitirem o professor.
Me explica, por que isso?
Ficou como retrógrado, chato, demagogo...
Mas quem critica hoje, ontem tinha a mesma opinião.
Vou reler as duas matérias que tenho aqui (a entrevista no Globo de Domingo e depois, onde ele dá sua opinião sobre a escola parque.) Posso estar enganada - e isso tem acontecido bastante - mas acho que ele falou que foi um absurdo demitirem o professor.
Me explica, por que isso?
terça-feira, 7 de outubro de 2008
REPÚDIO
Depois da Escola Base, a vez é da Escola Parque. Pelo que andei lendo, só tem aluno bacana, filho de bacana (no amplo sentido: filho de Caetano, por exemplo) ... Eu imaginei logo o paraíso, com pluralidade pedagógiga, engajamento dos professores, contextualização dos conteúdos exigidos pelo MEC. Algo como Hogwarts sem as varinhas (bem, sempre acreditei que minha caneta fazia mágica).
Então a tristeza: o professor demitido porque escreve poesia erótica. Eu queria diser aquele palavrão: PQOP!!! Carlos Drummond de Andrade escrevia poesia erótica. Anne Rice. E quem não tem erositmo 24horas por dia, 7 dias por semana, na TV, no videogame, no jornal, nas revistas... NA CABEÇA DAS PESSOAS!!!
Ainda mais onde as "crianças" têm a tudo o que o dinheiro pode comprar.
Esses pais devem achar melhor as "crianças" entenderem erotismo pelas revistinhas vulgares e as meninas fazerem clitoridectomia. Caracas!!! Tá difícil!!!
Então a tristeza: o professor demitido porque escreve poesia erótica. Eu queria diser aquele palavrão: PQOP!!! Carlos Drummond de Andrade escrevia poesia erótica. Anne Rice. E quem não tem erositmo 24horas por dia, 7 dias por semana, na TV, no videogame, no jornal, nas revistas... NA CABEÇA DAS PESSOAS!!!
Ainda mais onde as "crianças" têm a tudo o que o dinheiro pode comprar.
Esses pais devem achar melhor as "crianças" entenderem erotismo pelas revistinhas vulgares e as meninas fazerem clitoridectomia. Caracas!!! Tá difícil!!!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
INACREDINCRÍVEL
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
850 bi
"Sabe o que eu notei? Ninguém entra em pânico enquanto corre como o planejado. Mesmo se o plano for horripilante. Se amanhã eu disser à imprensa que um vadio vai levar tiro ou se uns soldados vão se explodir, ninguém entra em pânico. Porque tudo isso faz parte do plano. Mas se eu disser que um prefeitinho vai morrer, todos ficam doidos!
Introduza um pouco de anarquia, altere a ordem estabelecida e tudo vira caos.
Sou um agente do caos.
Sabe uma coisa do caos?
É o medo."
Coringa, em O Cavaleiro das Trevas (2008)
